Saiba quais são os impactos socioambientais do mergulho recreativo, e formas de mitigar ou até erradicar os impactos negativos.

O turismo de contemplação in situ da fauna marinha utilizando desde equipamentos básicos de mergulho livre, até os complexos equipamentos da modalidade SCUBA (com cilindro), é notadamente proposto como uma alternativa mais sustentável do que as tradicionais práticas extrativistas de corais e outros organismos marinhos (moluscos, equinodermos, peixes, etc). A capacidade de sensibilização do mergulho marinho também já foi registrada como um importante motor de mudança para visões de mundo mais alinhadas com propostas de conservação, tendo pescadores convertido suas atividades de subsistência da pesca para a prática do ecoturismo em suas comunidades. Adicionalmente, alguns estudos apontam ainda que o mergulho recreativo tem importância relevante na redução do estresse e em mudanças positivas no humor, com redução rápida no sofrimento psicológico melhorando consideravelmente o bem-estar e a saúde mental humana.

Operação de mergulho recreativo no Parque Natural Municipal Marinho da Barra com mergulhadores com equipamentos bem ajustados, utilizando configuração backmount e natação com pernas erguidas mantendo distância adequada do substrato, sem levantar suspensão e sem risco de esbarrar em organismos (Foto: Roberto Amarante Costa Pinto)

Segundo o World Tourism Organization, o turismo de mergulho tem potencial para crescer tanto quanto o turismo para atividades esportivas na neve, tais como esqui, snowboard (principal atividade turística dedicada à prática de esporte), sendo o mergulho de turismo hoje representativo do 2º lugar nesta categoria. Diversas localidades empregam esforços na promoção da sua biodiversidade marinha e atrativos históricos representados pelos naufrágios, com a intenção de se tornarem destinos de mergulho recreativo. Dentre eles podemos citar Koh Tao (Tailândia), Layang Layang e Sipadan (Malásia), diversas ilhas e praias do mar do Caribe, com destaque para o México (onde inclusive o mergulho representa uma das maiores parcelas do PIB local) e  Bahamas. Um dos destinos de turismo de mergulho mais famosos do mundo, a Grande Barreira de Corais da Austrália (GBR), a atividade rende cifras próximas a 5 bilhões de dólares.

No Brasil, apesar do baixíssimo investimento governamental na atividade, segundo o Ministério do Turismo (MTur) e de acordo com o último resultado do Estudo da Demanda Turística Internacional realizado em 2013, o Turismo de Aventura, que engloba o Turismo de Mergulho, é o segundo principal motivo de viagens de lazer realizadas por turistas estrangeiros para o Brasil, o que sugere que o país tenha um grande potencial para a atividade. Apenas no ano de 2005, o mergulho recreativo movimentou aproximadamente 65 mil dólares em venda de equipamentos, e mais de 15 milhões de dólares em viagens e turismo no território nacional. Vale ressaltar que, diferente do perfil de outras atividades esportivas, o mergulho não beneficia apenas a operadora de mergulho. O turista de mergulho costuma, além de mergulhar, comer em restaurantes e pernoitar em pousadas/hotéis, haja visto que é comum nas revistas de divulgação de mergulho a sugestão das operadoras e restaurantes/atrações gastronômicas com foco na culinária local ou regional. As sugestões gastronômicas e de turismo adicional são especialmente úteis no dia do no flight, as 24 horas obrigatórias de permanência exclusiva na superfície que antecedem o voo de retorno para os destinos de origem. A utilização de transporte local também é bastante requisitado, pois mergulhadores carregam equipamentos caros e de manejo de transporte delicado mesmo em curtas distâncias. O aluguel de carros para visitas em localidades próximas também é bastante frequente. Resumindo, o valor agregado ao turismo de mergulho é muito grande e beneficia muita gente, e esse impacto positivo já foi percebido por muitos países que investem na atividade.

Nos parágrafos anteriores, tivemos a oportunidade de explanar os potenciais positivos da atividade turística de mergulho recreativo, tanto para o meio ambiente, onde antes apenas uma alternativa extrativista era considerada, como para índices socioeconômicos de cidades, estados e países. Mas, como TODA e qualquer prática da existência da humanidade no planeta Terra, não existem apenas impactos positivos. Nos próximos parágrafos, explicaremos os pontos negativos dessa atividade e de que forma podemos mitigar e até mesmo eliminar algumas delas.

Mergulhador recreativo no Parque Natural Municipal Marinho da Barra com equipamento bem ajustado e configuração em backmount, natação com pernas erguidas e mantendo distância do substrato, sem levantar suspensão e sem risco de esbarrar em organismos (Foto: Rodrigo Maia-Nogueira)

Impactos negativos relacionados à prática do mergulho recreativo existem, assim como impactos diretos causados por banhistas em praias existem. Inclusive, este blog publicou sobre isso em fevereiro de 2020 (inserir link). Contudo, ninguém pretende proibir que pessoas possam tomar banhos de sol e de mar nas praias em geral. Dito isso, frequentemente observamos que algumas pessoas que não vivenciam a realidade do mergulho recreativo ocultam informações positivas e não tratam as informações negativas com clareza e pesquisas mais aprofundadas, até mesmo descartando a utilização das próprias escolas e operadoras locais como objeto desse aprofundamento. Em plena era da desinformação e fake news, é importante que agências de pesquisas e formadores de opiniões forneçam os dados corretos, para que a população consiga chegar a conclusões mais realistas e menos enviesadas sobre as atividades humanas em geral.

Os impactos negativos do mergulho recreativo podem se manifestar em duas principais formas: (1) na quebra e morte direta de organismos associados ao fundo, como corais, esponjas e outros, pelo pisoteamento direto, má natação ou ainda mesmo pelo uso de âncoras e garatéias de embarcações que destroem esses organismos; Ou de forma indireta (2), através do aumento da turbidez da água, descarte de nutrientes através de águas sanitárias, e também pelo descarte de combustíveis derivados de petróleo na água. Outra forma comum de distúrbio das comunidades de peixes marinhos é o barulho provocado por motores de barcos e agitação provocada por mergulhadores na água que deslocam os cardumes de seus pontos habituais. Uma relação direta existe entre a gravidade desses impactos e a quantidade de mergulhadores naquele ponto específico e  o comportamento e perfil dos mergulhadores.

Estudos realizados na Tailândia, Polinésia Francesa, Mar Vermelho (em especial no Egito), Caribe (incluindo o mar da Flórida), Brasil e Malásia diagnosticaram que os principais impactos ambientais decorrentes do mergulho recreativo decorrem do mau posicionamento do mergulhador, resultados também obtidos por estudos realizados pelas principais certificadoras mundiais e que motivaram mudanças nos seus standards a ponto de evitar estes impactos. As certificadoras de mergulho recreativo (ex. NAUI, SSI, PADI, SDITDI, CMAS, etc) em sua maioria são filiadas a um conselho mundial, o World Recreational Scuba Training Council (WRSTC). Esse conselho é quem determina os conteúdos e os procedimentos mínimos (standards ou padrões) que devem ser ensinados e cumpridos nos cursos de mergulho em todos os níveis recreativos. Cada certificadora, através dos seus laboratórios de ciência do mergulho, podem incorporar conteúdos e procedimentos extras que as diferenciam. Contudo, fazem parte desses padrões medidas que mitigam ou até mesmo evitam todos os impactos acima citados. Instrutores de mergulho que não orientam e não treinam adequadamente os seus alunos podem ser denunciados e punidos com suspensão, ou mesmo expulsão do seu quadro de profissionais associados, perdendo o seu status de ensino, através dos escritórios de controle de qualidade das suas certificadoras.

Hoje, desde o curso básico, há uma preocupação muito grande com o desenvolvimento da aquacidade do mergulhador, em que um dos principais componentes dessa aquacidade é o TRIM. O TRIM é o posicionamento do mergulhador em relação ao ambiente, onde seu corpo deve ficar paralelo em um ângulo de 90º com o fundo marinho em pelo menos 95% do tempo de mergulho. Em escolas de mergulho sérias e comprometidas essa habilidade é treinada à exaustão.  A manutenção do TRIM perfeito é diretamente dependente da quantidade de lastro que o mergulhador está usando, respiração lenta e profunda, uso correto do colete equilibrador e da boa postura corporal. Diretrizes ultrapassadas como a tal “regra” dos 10% de lastro para manter a flutuabilidade neutra não são mais utilizadas. O TRIM perfeito não beneficia apenas o mergulhador  com menor fadiga e consumo de ar, ele também reduz os riscos de narcose e afasta menos a biota, já que também reduz a profusão de bolhas. Também reduz consideravelmente a quebra acidental dos organismos marinhos, além de evitar a suspensão de sedimento que pode arruinar imediatamente um mergulho.

Mergulhador recreativo no Quebra-mar Norte utilizando configuração limpa com cilindros em sidemount e natação com pernas erguidas (frogkick) sem causar impactos ao ambiente (Foto: Rodrigo Maia-Nogueira)

 Todo o conjunto de técnicas para o desenvolvimento da aquacidade são apresentadas em treinamentos realizados inicialmente em águas confinadas, que pode ser tanto uma piscina ou uma área abrigada no mar com fundo de areia e sem distrações para os alunos. Os exercícios são repetidos diversas vezes até que sejam feitos corretamente e só depois são repetidos em águas abertas, em ambiente mais profundo. Ao longo da carreira educacional do mergulhador e das saídas de mergulho subsequentes, todas essas habilidades são continuamente refinadas. A capacidade de se posicionar corretamente no ambiente marinho irá diferenciar o nível técnico de cada mergulhador.

Um impacto pouco comentado, mas que também pode ocorrer por conta de uma má formação logo no curso básico de mergulho está associado ao arrasto de equipamentos soltos ou mal ajustados, tais como os consoles ou a mangueira do Octopus (fonte alternativa de ar). No caso dos mergulhadores científicos, além desses dois itens, ainda são utilizados uma gama variada de acessórios. Um bom Curso Básico de Mergulho é o suficiente para ensinar aos mergulhadores como configurar seu equipamento e mesmo com uma grande quantidade de acessórios e outros equipamentos (carretilhas, câmera, quadrados, etc) é possível mergulhar com tudo bem organizado e sem provocar danos.

Outro comportamento considerado não desejável no mergulho recreativo é o assédio aos organismos marinhos como tartarugas, lagostas, peixes, estrelas-do-mar, dentre outros. Esta era uma prática comum em tempos mais remotos, de tal forma que na maioria dos destinos de mergulho as autoridades locais proibiram o uso de luvas para reduzir o impacto do toque. Contudo, desde os anos 1990, tocar nos organismos passou a ser proibida no mergulho recreativo e essa proibição passou a fazer parte dos standards das certificadoras de mergulho. É um assunto obrigatório no conteúdo dos cursos que chama atenção não só para os riscos de acidente por “tocar” em algo que não se conhece, e que pode queimar ou machucar quem o toca, mas principalmente pelo dano que esta prática provoca aos organismos. Hoje em dia a chance de um mergulhador tocar em um organismo é muito menor do que a de uma criança capturar pequenos peixes e outros organismos em piscinas de maré. Da mesma forma, a chance de um mergulhador esbarrar em um organismo é também menor que um banhista pisar em zoantídeos ao andar nas piscinas de maré, ou mesmo apertar esses organismos para vê-los jorrar água, ou ainda pisotear organismos quando estão em zona de arrebentação ou mesmo em uma praia calma como no Porto da Barra onde este tipo de interação é muito comum.

Mergulhadora recreativa no naufrágio do Blackadder com equipamento configurado em backmount instrumentos justo, sem provocar arrastos, natação com as pernas erguidas, sem provocar suspensão e posicionamento ligeiramente acima do substrato, também sem levantar suspensão e sem risco de esbarrar em organismos (Foto: Rodrigo Maia-Nogueira)

As operadoras de mergulho sérias e comprometidas que mantém instrutores e divemasters devidamente registrados em seu quadro de staff, costumam observar de perto os seus clientes habilitados dentro d’água e corrigir a postura destes ainda durante a operação, tanto com relação ao TRIM correto quanto a proibição do assédio de organismos marinhos. Esse tipo de atitude é necessária pois, além do risco de danificarem o ambiente onde a atividade é realizada, as reações negativas são grandes quando alguém é flagrado tocando em algum organismo. A pessoa acaba sendo chamada a atenção não só pelos profissionais como também pelos demais clientes, e uma operadora que faz vista grossa para isso acaba mal posicionada no mercado e perde clientela. O público do mergulho recreativo tende a possuir um alto grau de sensibilização para questões ambientais e pode facilmente abandonar prestadores de serviço que não estejam alinhados com valores conservacionistas. Atitudes como essas são da rotina do mergulho recreativo, e que se não evitam totalmente, reduzem drasticamente os impactos negativos no ambiente marinho.

Sobre os impactos negativos causados pela ancoragem das embarcações, é possível sim que o trânsito para as áreas de mergulho que, frequentemente são áreas com grande biodiversidade e sítios históricos (naufrágios), possam danificar essas estruturas. Contudo, atualmente, as embarcações utilizam garatéias e âncoras que são jogadas em áreas de substrato inconsolidado, onde se fixam melhor e produzem menos estresse para os cabos de ancoragem. Em alguns locais com gestão estatal mais efetiva, existe também a disponibilidade de poitas de amarração. Na Bahia, o Parque Nacional Marinho dos Abrolhos é exemplo de um desses locais que abriga uma biodiversidade incrível e sítios arqueológicos importantes, e possuem poitas de amarração. Possíveis sugestões sobre descidas obrigatórias em cabos de ancoragem não fazem sentido fora do contexto de segurança do mergulho: são medidas indicadas para aumentar a segurança do grupo em situações de controle de grandes grupos de turismo, ou ainda em locais de águas mais agitados na superfície. A descida para a coluna d’água pelo mergulhador deve ser feita de forma inicialmente vertical desinflando o colete, e rapidamente o mergulhador deve assumir a postura horizontal, nunca chegando ao ponto de bater direto no fundo, seja ele substrato consolidado ou inconsolidado. Todas essas orientações são ensinadas logo no início da educação do mergulhador recreativo. 

Todos os maiores problemas relacionados ao mergulho recreativo podem ser sumarizados em uma única questão:  a qualidade de algumas escolas e operadoras.  O mergulho não é uma atividade barata, todo operacional é cotado em dólar americano. A curto prazo, muitas pessoas, inclusive mergulhadores científicos desavisados, buscam por cursos visando apenas o custo, e não o custo-benefício. Formações mais baratas também possuem um menor número de profissionais acompanhando os grupos de alunos, carga horária reduzida (o que compromete a repetição necessária dos exercícios de base), limitação de conteúdo, e obviamente, apesar das exceções, mergulhadores formados nestas condições estão mais propensos a causarem problemas não só ao meio ambiente, mas também à sua própria integridade. Esse é mais um dos casos em que uma regulamentação adequada que impunha maior responsabilidade sobre essas operadoras reduziria drasticamente os impactos, e mais uma vez o problema não é o mergulho recreativo per si, mas sim uma questão de regulamentação do mercado. Uma regulamentação ideal restringe também a atividade de aventureiros, pessoas que compram equipamentos de mergulho com qualidade bastante duvidosa, incluindo cilindros, e seguem para fazer imersões sem o menor preparo técnico e ético.

Concluímos esse texto informativo com o objetivo de mostrar um panorama geral mais realista do mergulho recreativo usando nossa própria experiência como cientistas que são staff de escola-operadora de mergulho. Jamais negaremos que sim, o mergulho possui impactos negativos, como toda e qualquer atividade humana, mas que a grande maioria deles podem ser mitigados ou até erradicados com o qualidade educacional e éticas de trabalho apropriadas. Busquem formações de qualidade, tanto para manter a sua integridade física quanto para aproveitar o melhor dessa atividade tão enriquecedora com maior responsabilidade ambiental.

 

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Mergulhador e apaixonado pelos oceanos desde a infância.
Desde a década de 1990 está envolvido em ações e pesquisas relacionadas com a biota aquática, tendo sido coordenador de resgate do Centro de Resgate de Mamíferos Aquáticos (CRMA) do Instituto Mamíferos Aquáticos (IMA) e fundador do Centro de Pesquisa e Conservação dos Ecossistemas Aquáticos (Biota Aquática) e do EcoBioGeo Meio Ambiente & Mergulho Científico, e ao longo dos anos participou de projetos de pesquisa e de consultoria na ambiental em parceria com diversas instituições.
Também atua como instrutor de mergulho SDI e PADI.
Tem como objetivo, além de produzir informação de qualidade fomentar o reconhecimento e a qualificação dos mergulhadores científicos.

Amanda Ercília
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Amanda Ercília é bióloga formada pela Universidade Federal da Bahia e tem experiência em ecologia de recifes de corais desde 2007. É divemaster de mergulho e mergulhadora científica, além de staff da Shark Dive Centro de Mergulho. Possui interesses em conservação, comunicação científica e gerenciamento de mídias sociais.

About Rodrigo Maia-Nogueira and Amanda Ercília

Mergulhador e apaixonado pelos oceanos desde a infância. Desde a década de 1990 está envolvido em ações e pesquisas relacionadas com a biota aquática, tendo sido coordenador de resgate do Centro de Resgate de Mamíferos Aquáticos (CRMA) do Instituto Mamíferos Aquáticos (IMA) e fundador do Centro de Pesquisa e Conservação dos Ecossistemas Aquáticos (Biota Aquática) e do EcoBioGeo Meio Ambiente & Mergulho Científico, e ao longo dos anos participou de projetos de pesquisa e de consultoria na ambiental em parceria com diversas instituições. Também atua como instrutor de mergulho SDI e PADI. Tem como objetivo, além de produzir informação de qualidade fomentar o reconhecimento e a qualificação dos mergulhadores científicos.

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