Invasões Biológicas

Nos últimos tempos muito tem se falado das invasões biológicas, eventos que são considerados como um dos maiores problemas ambientais atuais por conta da sua invisibilidade para a sociedade de um modo geral (apesar dos pardais, pombos e ratos estarem presentes no nosso cotidiano) e, pelas graves consequências das suas invasões nos ecossistemas a médio e longo prazo. Entenda um pouco mais sobre este grave problema.

 

Coral-azul, espécie invasora registrada no Parque Marinho da Barra (Foto: Rodrigo Maia-Nogueira)

O que são invasões biológicas?

Invasão biológica é quando uma determinada espécies originária de um determinado ambiente consegue romper as barreiras biogeográficas, mediada ou não por ações antrópicas, se estabelecem e colonizam uma área onde não antes ocorria e distante da sua área natural de ocorrência e a partir dessa colonização inicial a espécie obtenha sucesso para colonizar novas áreas.

Há quem argumente que uma vez que estas invasões podem se dar de forma natural através da dispersão através das correntes marítimas utilizando elementos naturais como meios de transporte, este seja um processo natural e então por isso não se trata de um problema. Já ouvi até como piada a utilização do termo “globalização” para justificar e tentar naturalizar este problema.

Mas não, mesmo que estas invasões também possam se dar de forma natural, a maioria das espécies invasoras utilizam de outros meios para o seu transporte e estas invasões não representam simplesmente avanços ou ampliações na área de distribuição da espécie uma vez que geralmente ocorrem em áreas não contiguas à área natural de ocorrência entre outros fatores.

 

Siri-bidu, espécie invasora registrada no naufrágio do ferry boat Agenor Gordilho (Foto: Roberto Amarante Costa Pinto)

O que são espécies exóticas e o que são espécies invasoras?

Bom, é enorme o número de termos utilizados para se referir a estas espécies e cada termo tem sua caracterização, são eles espécie exótica, alien ou alienígena, espécie não-indígena, não-nativa, importada, introduzida, imigrante, colonizadora, naturalizada e invasora, entre outros termos, alguns dos quais são bem específicos e podem representam grupos e espécies diferentes, porém a grande maioria no final trata dos mesmos animais.

Espécies exóticas são todas aquelas espécies, introduzidas ou não que não pertencem à determinado ambiente ou localidade, e como poderão ver adiante, nem todas as espécies exóticas são invasoras. Compartilham este mesmo significado os termos as espécies alien ou alienígena, espécie não-indígena, não-nativa e importada.

As espécies invasoras são as espécies exóticas que foram introduzidas, seja de forma natural ou antrópica, e que obtiveram sucesso na sua introdução e passaram a colonizar novas áreas. Todas as espécies invasoras são espécies exóticas. Compartilham este mesmo significado as espécies colonizadoras.

Nem todas as espécies exóticas que são introduzidas se tornam espécies invasoras, algumas delas são combatidas e rapidamente suprimidas pela própria competição local. Compartilham o mesmo significado de invasora os termos que se referem às espécies como importada, introduzida e imigrante uma vez que não necessariamente elas teriam sucesso na sua colonização e se tornariam espécies invasoras.

Quanto ao termo naturalizada, eu pessoalmente não considero adequado o seu uso, por mais que a espécie se adeque ao ambiente e que o ambiente consiga se adaptar à sua invasão (algo muito raro), jamais ela será uma espécie nativa, natural daquele lugar e, portanto, jamais será uma espécie naturalizada.

Então, retornando para o conceito de espécie invasora, em resumo é toda aquela espécie natural de outro ambiente que consegue de alguma forma romper a barreira biogeográfica que limita a sua distribuição, se estabelece em outra região distante da sua área natural de ocorrência, coloniza esta área e a utiliza para se expandir e continuar sua invasão, geralmente sem muita resistência por possuírem estratégias de dispersão e colonização desconhecidas das espécies nativas que na situação inesperada não conseguem se defender contra elas, e que apesar de serem ocasionalmente predadas por alguns organismos elas não compõem a dieta prioritária de nenhum organismo local.

 

Briozoário-de-renda, espécie invasora registrada no naufrágio do ferry boat Agenor Gordilho (Foto: Rodrigo Maia-Nogueira)

Como se dá então esta invasão? Qual o processo?

O processo de invasão se dá a partir de alguns momentos específicos: o transporte, a liberação ou introdução, o estabelecimento, a colonização ou dominação e a dispersão.

O primeiro momento é o transporte que pode ser tanto por via natural através da colonização de fragmentos sólidos à mercê das correntes nos oceanos e que ao vagar acabam chegando em outros locais como através de ações antrópicas, tais como o transporte de larvas que suportem ambientes sem luz através da água de lastro dos grandes navios que cruzam os oceanos, aderidos em estruturas de exploração de petróleo e gás que podem ser deslocadas pelos oceanos e através do comércio de organismos ornamentais e animais de estimação.

Uma vez transportados até o local onde se dará a invasão estes organismos acabam sendo liberados no ambiente que acabaram de chegar. Os fragmentos carregados pelas correntes podem acabar com o movimento das marés indo parar em águas rasas e abrigadas onde os organismos que vieram aderidos podem colonizar a liberação da água de lastro para possibilitar a carga e a descarga de navios que vieram de outras regiões liberam na região as larvas e outros elementos do plâncton que estavam aprisionados nos compartimentos de lastreamento destes navios. Já as plataformas e outras estruturas da indústria de óleo e gás vindas já contaminadas (colonizadas) de outras localidades para operar em uma nova área não só trazem novas espécies como já servem como local fonte para a colonização de novas áreas, muitos animais terrestres como os ratos de esgoto, alguns pequenos anfíbios, alguns pequenos lagartos, e até mesmo aves chegam nos conveses dos navios e se tiverem oportunidade desembarcam em áreas longe da sua área de distribuição.

Tem ainda a introdução proposital de espécies exóticas em determinados ambientes para servirem de recursos ou para o controle de supostas “pragas” e acabam se tornando a verdadeira “praga” e virando um grande problema como o tucunaré, a tilápia, os lebistes, o javali, o búfalo, entre outros.

Tem também os animais ornamentais e de estimação exóticos que fogem e se adaptam ao ambiente como o bico-de-lacre e o periquito-australiano, além daqueles que acabam sendo soltos pelos donos ou tutores irresponsáveis que não mais os desejam. Esta soltura irresponsável pode ocorrer tanto nas ruas das cidades com os cães e gatos que são soltos na rua e podem até mesmo se tornar ferais (apresentar comportamentos selvagens), como mais recentemente com os corais mole do pacífico que foram “soltos” por criadores ornamentais e já infestam as águas da baía de Todos os Santos. Tem também o caso do peixe-leão, espécie cuja introdução em locais de invasão é relacionada ao comercio de ornamentais é já se traduz em um problema sério e irreversível na costa da Flórida (EUA) e no mar do Caribe, e que já foi avistado em algumas localidades do Brasil.

Uma vez liberados estes organismos se estabelecem no ambiente colonizando uma determinada área ainda restrita, evento conhecido pela ciência como “efeito fundador”. Uma vez que as espécies exóticas conseguem se estabelecer em uma determinada área e ela não encontra resistência suficiente para ser combatida, ela passa a dominar o ambiente e a dispersar das mais variadas formas para outras áreas adjacentes ou próximas aonde vão também se estabelecer, dominar e novamente dispersar, isso sucessivamente ampliando a sua área de invasão.

Espécies marinhas incrustantes invasoras aproveitam a proximidade dos portos, piers e atracadouros, ambientes antrópicos constantemente perturbados pela movimentação de embarcações e que, portanto, não apresentam qualidade para a manutenção das espécies nativas, para colonizar estes ambientes e utilizá-los como “base” para se estabelecer (efeito fundador), dominar e dispersar. Os piers, os molhes, os naufrágios e qualquer outra estrutura antrópica submersa (recifes artificiais) também apresentam potencial para atuar como  “base” para estes organismos.

 

Coral-sol, espécie invasora registrada na falha do Cretino (Foto: Rodrigo Maia-Nogueira)

E quais os impactos destas invasões?

Uma vez estabelecidos os impactos já se iniciam, no “combate” com as espécies nativas que ocupam naturalmente o nicho ao qual a espécie invasora pretende se apossar, para o sucesso na colonização e consequentemente no domínio da área algumas espécies nativas não conseguem resistir e são suprimidas dando espeço para esta nova espécie. Não é raro ou incomum que uma única espécie invasora para dominar uma determinada área ataque e se sobreponha a uma gama de espécies nativas que conviviam “pacificamente” no mesmo ambiente.

Este processo provoca a perda de biodiversidade, podendo interferir e modificar com isto todas as relações ecológicas provocando tanto extinções locais de espécies amplamente distribuídas ou mesmo a extinção de fato de espécies de distribuição mais restrita, processo que pode atingir inclusive espécies funcionais (que possuem grande relevância e papel fundamental para a manutenção do ecossistema).

Espécies vegetais invasoras, em sua maioria ornamentais ou frutíferas atuam ainda na modificação do ambiente ao substituir espécies nativas, alterando o habitat de diversos animais e até mesmo provocando o ressecamento de nascentes e do lençol freático como ocorre com a introdução de pinheiros, eucaliptos e outras espécies comuns na silvicultura, podendo até mesmo resultar ao longo do tempo na desertificação de algumas áreas.

Nesta mesma linha de impacto tem as espécies marinhas bentônicas incrustantes invasoras que sufocam e suplantam espécies bentônicas nativas, provocando a homogeneização e a redução da complexidade dos ambientes que por sua vez se reflete mais uma vez na perda de biodiversidade, não só das espécies que foram suplantadas e substituídas pelas invasoras, como das espécies que dependiam da complexidade e da heterogeneidade daquele ambiente para sobreviver.

Muitos negacionistas (inclusive tá na moda ser negacionista) podem alegar que as espécies são apenas substituídas que aprenderam na escola e nos documentários tendenciosos das TVS abertas brasileiras que na natureza era assim, que o sucesso da sobrevivência era atribuído a luta dos mais fortes e mais adaptados aonde as espécies que fossem mais fortes e estivessem melhores adaptadas sobreviveriam em detrimento de outras. O sucesso da própria espécie humana, uma espécie fraca e sem nenhuma adaptação especial que se tornou a maior e a pior das espécies exóticas invasoras, é um exemplo de que essa afirmação é balela.

A perda de biodiversidade traz consequências gravíssimas, não só para o meio ambiente em si, mas para a economia e para a saúde do planeta, incluindo a nossa própria saúde. Os ambientes naturais, dos quais a biodiversidade é elemento fundamental são responsáveis pela manutenção da vida no planeta, não só pelo fornecimento de água, de oxigênio, de energias e sequestro de carbono, mas também para a manutenção da economia que inclusive em nosso país depende mais das ações extrativistas do que de qualquer outra, sendo até mesmo mais importante que o próprio agronegócio (por isso o setor tenta tanto abocanhar esta fatia do bolo) para o PIB do país. A perda de biodiversidade implica na redução dos estoques pesqueiros e de diversos outros recursos que compõem as principais commodities do Brasil.

A perda de serviços ecológicos e ambientais também é um impacto importante associado às invasões das espécies exóticas com graves consequências para a sociedade uma vez que estes serviços são os que garantem a qualidade do ar que respiramos, da água, etc.

Entre os anos de 1970 e 2017 as espécies invasoras causaram um prejuízo global na ordem de 1,288 trilhões de Dólares, uma média de 28,8 bilhões de Dólares por ano, sendo que o valor vem crescendo anualmente em média 3 vezes por década sem sinais de desaceleração ou mesmo redução e para o ano de 2017 estava previsto um prejuízo total de 162,7 bilhões de dólares, e estes prejuízos ainda não representam de fato a totalidade global uma vez que ainda existem brechas e falta de informações seguras em muitos países com potencial de invasões.

 

Coral-marrom, espécie invasora registrada no Parque Marinho da Cidade Baixa (Foto: Rodrigo Maia-Nogueira)

Bom, mas e aí, o que fazer para evitar novas invasões?

Várias medidas podem e devem ser tomadas, algumas inclusive já vem sendo implementadas pelos poderes públicos através de acordos internacionais como um maior controle na liberação de águas de lastro sem que sejam antes tratadas. Pesquisas vem sendo realizadas a fim de se estabelecer protocolos para evitar a bioinvasão por organismos incrustados em estruturas da prospecção de óleo e gás.

Os Governos já implementaram Leis que proíbem a comercialização (importação e exportação) de algumas espécies, ou o controle (quem comprou) de algumas outras, Leis que tornam crime a introdução de espécies exóticas em ambientes naturais, etc porém além de uma fiscalização mais rígida, falta ainda a educação e a conscientização da população a fim de evitar não só a aquisição ilegal de espécies da fauna e flora exóticas como a sua soltura em nosso território.

Devemos ainda denunciar às autoridades competentes sempre que tivermos notícia de alguém que adquiriu alguma espécie exótica de forma ilegal (e, portanto, sem o devido registro) e mais importante ainda, daquele que promoveu ou realizou a soltura de espécies exóticas em ambientes naturais. Pode parecer um crime sem importância, mas estas ações como pudemos ver se refletem, geralmente em médio prazo, em impactos significativos com graves consequências econômicas e de saúde pública.

Uma vez que na área marinha as estruturas antrópicas, em especial os portos, piers, atracadouros e pontes são áreas preferenciais para a colonização da maioria das espécies invasoras marinhas e de onde elas de fato dispersam para novas áreas os estudos de licenciamento ambiental para estes empreendimentos devem levar a colonização por estes organismos e na Avaliação de Impacto Ambiental (AIA) e nos Planos Básicos Ambientais (PBA) considerar condicionantes da fase de operação que impliquem em medidas que visem monitorar e combater estas invasões ao longo do tempo. Para as espécies de coral-sol (Tubastraea spp.), espécie com alto potencial invasor e já presente no litoral de diversos estados brasileiros, dentre os quais a baía de Todos os Santos e a costa Atlântica de Salvador no litoral baiano os naufrágios parecem ter tanta importância quanto estas estruturas e portanto também devem considerar a probabilidade desta bioinvasão nos estudos de viabilidade para a obtenção de autorização para ao fundamento.

Em resumo, apesar dos muitos acordos internacionais e das políticas públicas que vem aos poucos surgindo em prol do combate às bioinvasões, ainda se fazem necessárias implantações de ações de gestão mais consistentes, de maior efetividade no cumprimento e na fiscalização  das políticas e acordos internacionais com foco na redução do “transporte” de espécies exóticas invasoras, melhorias na educação possibilitando o correto entendimento dos processos e conceitos ecológicos evitando distorções e deturpações tendenciosas, além da fiscalização e mais efetividade no cumprimento da legislação de combate aos crimes ambientais.

 

Remoção de coral-sol no pier e atracadouro da Marina Itaparica (Foto: Roberto Amarante Costa Pinto)

Mas e as espécies exóticas que já estão estabelecidas e já estão invadindo algumas áreas? Como proceder?

Apesar da pressão em prol dos diretos dos animais, e de fato se preocupando com estes tais direitos o ideal é a extinção destes organismos das áreas em que estão invadindo, um único espécime invasor que não é removido resulta na morte de diversos espécimes nativos ao longo da sua vida.

Ações de monitoramento e controle são interessantes, porém muitas vezes empregadas a fim de não exterminar o invasor de determinada área por interesses diversos. No caso dos javalis no sul do Brasil mesmo há quem defenda o controle através das cotas de caça anuais (fomentando a caça esportiva no país) e, portanto, são contrários ao abate ou captura generalizada de todos os animais desta espécie, desta forma obviamente, apesar do controle da expansão da espécie ser uma possibilidade, o problema de fato jamais será resolvido pois a espécie invasora estará sempre ali.

Para alguns organismos a própria academia, mesmo não sendo este o interesse acaba sendo um obstáculo à erradicação uma vez que em muitos casos o monitoramento e o controle são realizados a fim de proporcionar a realização de estudos que auxiliem “entender” melhor esta invasão. Estes estudos são importantes, porém eu questiono do que realmente é mais importante, “entender” de fato como se dá a invasão já sabendo dos problemas a ela associados ou evitar estes problemas com medidas mais efetivas de combate e erradicação das espécies invasoras.

Mini-ofiuro-amarelo, espécie invasora registrada no Parque Marinho da Barra (Foto: Rodrigo Maia-Nogueira)

FONTES

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Autor(es)

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Mergulhador e apaixonado pelos oceanos desde a infância.
Desde a década de 1990 está envolvido em ações e pesquisas relacionadas com a biota aquática, tendo sido coordenador de resgate do Centro de Resgate de Mamíferos Aquáticos (CRMA) do Instituto Mamíferos Aquáticos (IMA) e fundador do Centro de Pesquisa e Conservação dos Ecossistemas Aquáticos (Biota Aquática) e do EcoBioGeo Meio Ambiente & Mergulho Científico, e ao longo dos anos participou de projetos de pesquisa e de consultoria na ambiental em parceria com diversas instituições.
Também atua como instrutor de mergulho SDI e PADI.
Tem como objetivo, além de produzir informação de qualidade fomentar o reconhecimento e a qualificação dos mergulhadores científicos.

About Rodrigo Maia-Nogueira

Mergulhador e apaixonado pelos oceanos desde a infância. Desde a década de 1990 está envolvido em ações e pesquisas relacionadas com a biota aquática, tendo sido coordenador de resgate do Centro de Resgate de Mamíferos Aquáticos (CRMA) do Instituto Mamíferos Aquáticos (IMA) e fundador do Centro de Pesquisa e Conservação dos Ecossistemas Aquáticos (Biota Aquática) e do EcoBioGeo Meio Ambiente & Mergulho Científico, e ao longo dos anos participou de projetos de pesquisa e de consultoria na ambiental em parceria com diversas instituições. Também atua como instrutor de mergulho SDI e PADI. Tem como objetivo, além de produzir informação de qualidade fomentar o reconhecimento e a qualificação dos mergulhadores científicos.

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